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7 mitos sobre manutenção de polias

As polias são peças essenciais para garantir a transmissão de força e movimento em diversos equipamentos. No entanto, para que funcionem perfeitamente, é importante adotar alguns cuidados que previnam desgastes e falhas.

Compreendemos que nem sempre é fácil saber o que realmente funciona na manutenção de polias, e isso pode acabar dificultando a aplicação das melhores práticas. Mas não se preocupe, pois estamos aqui para ajudar!

Selecionamos 7 mitos comuns sobre a manutenção de polias que podem estar atrapalhando o desempenho de seus equipamentos. Ao desvendá-los, vamos mostrar o que deve ser feito para evitar problemas como desgaste excessivo, desalinhamento e falhas inesperadas. Continue a leitura!

Mito 1:  Polias só necessitam de manutenção quando mostram sinais visíveis de problema

Manter os equipamentos em perfeito funcionamento exige atenção constante, e a manutenção tem um papel crucial nesse processo, ajudando a evitar falhas e prolongando a vida útil das máquinas. Na verdade, pesquisas mostram que a manutenção preventiva pode aumentar a durabilidade dos equipamentos e reduzir as paradas inesperadas em até 45%.

Acreditar que “polias só necessitam de manutenção quando apresentam problemas visíveis” é um grande equívoco. Muitos desgastes e desalinhamentos surgem aos poucos e podem ser imperceptíveis a olho nu, mas com o tempo, podem causar falhas graves. 

Com uma rotina de manutenção bem planejada, é possível identificar antecipadamente esses sinais de desgaste e garantir a segurança e a eficiência de seus equipamentos.

Mito 2: O alinhamento das polias é necessário somente na primeira instalação

Esse mito ignora que, em sistemas mecânicos, mudanças ao longo do tempo são inevitáveis. Vibrações, variações de carga, expansão térmica e o próprio desgaste podem desalinhar as polias pouco a pouco. Mesmo um desalinhamento sutil pode acelerar o desgaste das correias, aumentar o consumo de energia e sobrecarregar os rolamentos.

Por isso, verificações e ajustes periódicos de alinhamento são essenciais para manter o sistema eficiente e em bom estado. Realizar realinhamentos periodicamente pode resultar em uma economia de energia de até 5% e aumentar a longevidade das correias em até 50%.

Mito 3:  As polias devem ser lubrificadas excessivamente para ter um bom desempenho

Na verdade, a lubrificação excessiva pode gerar mais problemas do que soluções. O uso exagerado de lubrificante aumenta a retenção de poeira e detritos, criando uma pasta abrasiva que favorece o desgaste precoce das polias.

Ademais, nas polias que operam com correias, um excesso de lubrificante pode contaminá-las, provocando deslizamento e diminuição da eficiência na transmissão de força. Portanto, a lubrificação deve ser realizada na medida certa e somente onde for necessário.

Mito 4:  É possível usar polias de materiais diferentes no mesmo sistema sem enfrentar problemas

Ao fazer isso, você estará desconsiderando as especificidades físicas e mecânicas de cada material. Polias feitas de diferentes materiais, como ferro e alumínio, têm taxas de expansão térmica, dureza e comportamentos de desgaste que variam consideravelmente.

Assim, ao utilizar polias de materiais diferentes em um mesmo sistema, você pode se deparar com problemas de alinhamento durante a operação, desgastes irregulares e, até mesmo, falhas precoces.

Portanto, usar materiais compatíveis é essencial para assegurar tanto o desempenho quanto a durabilidade do sistema de polias.

Mito 5: Todas as polias podem ser tensionadas de forma igual

Esse é um mito problemático, pois não leva em conta as diferenças entre os vários tipos de sistemas de polias e suas especificações. Existem vários motivos pelos quais  diferentes tipos de polias exigem métodos de tensionamento específicos.

Fazer o ajuste de tensão em todas as polias da mesma maneira pode gerar desgaste acelerado, falhas imprevistas, redução da eficiência e aumentar consideravelmente os riscos de segurança.

Cada sistema precisa de um ajuste individualizado para garantir sua performance máxima e a durabilidade dos componentes. É importante considerar que diferentes tipos e tamanhos de polias exigem técnicas específicas de tensionamento.

Mito 6: O ruído em sistemas de polias é comum e não sinaliza problemas

Alguns sistemas de polias podem gerar um ruído suave em condições normais, mas ruídos excessivos ou anormais frequentemente sinalizam problemas como desalinhamento, rolamentos desgastados, correias frouxas ou polias prejudicadas. Desconsiderar esses sinais pode acarretar falhas mais sérias e custosas posteriormente. 

Portanto, incluir a verificação de ruídos nas polias na rotina de manutenção é essencial para evitar problemas maiores.

Mito 7:  Uma inspeção visual basta para avaliar o estado das polias 

Nem todos os problemas nas polias podem ser percebidos com uma inspeção visual. Embora essa verificação seja uma etapa importante para identificar falhas evidentes, como rachaduras ou desgaste intenso, ela não é suficiente para uma análise completa. 

Questões mais sutis, como desalinhamentos, desequilíbrios ou sinais iniciais de desgaste, podem exigir uma avaliação mais detalhada com equipamentos específicos. Por isso, adotar uma abordagem planejada na inspeção é crucial para garantir uma análise mais efetiva. 

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