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No ambiente industrial, o bom estado das correias é algo imprescindível para manter a produtividade e a segurança nas operações. Esses componentes, que sustentam o movimento e a transmissão de força em diversos equipamentos, quando desgastados ou mal cuidados, podem gerar uma série de problemas — desde o aumento do consumo de energia até danos a outras peças e riscos de acidentes de trabalho.
Por essa razão, é importante conhecer os principais fatores que levam ao desgaste das correias industriais e adotar práticas de manutenção preventiva que garantam seu desempenho ideal.
Neste texto, vamos apresentar as principais causas de desgaste prematuro nestes componentes. Continue lendo para entender melhor o assunto e saber como prevenir esses problemas!
O desalinhamento das correias em V ou planas pode resultar em desgaste prematuro, pois provoca atrito excessivo nas bordas da correia.
Quando a polia e a correia operam nessa condição por longos períodos, o desgaste não é uniforme e ocorre de forma acelerada. Isso pode levar ao rompimento da correia e à sobrecarga da polia, que fica sujeita à sobrecarga axial (carga perpendicular à seção da polia).
Certifique-se de que as polias estejam corretamente alinhadas e que todos os rolamentos e peças estejam em bom estado. Para minimizar o risco de desalinhamento entre a polia e a correia, uma boa alternativa é a adoção de correias sincronizadoras.
O desbalanceamento das polias pode provocar um excesso de vibrações em todo o sistema de transmissão. Este problema pode ser resultante de erros na montagem, acúmulo de resíduos, desgaste desigual ou defeitos de fabricação.
Quando uma polia não gira de maneira uniforme, as forças se distribuem de forma desigual ao longo da correia, gerando tensões variáveis em diferentes partes da correia a cada rotação. O aumento das vibrações causa um estresse mecânico significativo, que pode provocar a deformação da correia e acelerar o seu desgaste.
A tensão adequada da correia é crucial para o desempenho eficiente do sistema de transmissão. Se a tensão for insuficiente, a correia pode deslizar nas polias, causando um desgaste precoce tanto em sua superfície como também nas polias.
O deslizamento constante também pode provocar calor em função do atrito, aumentando ainda mais a deterioração da correia. Vale lembrar que se a correia estiver muito frouxa, ela pode sair do alinhamento ou até mesmo saltar para além das polias, causando paradas no equipamento e podendo danificar os outros componentes do sistema.
Para evitar esses problemas, é importante utilizar tensores de correia de boa qualidade. Esses dispositivos são desenvolvidos para garantir a tensão adequada e compensar o estiramento natural que acontece com o uso contínuo das correias.
Em ambientes industriais, as correias estão sujeitas a várias formas de contaminação, incluindo graxa, óleo, água e resíduos sólidos. A presença de óleo, por exemplo, pode gerar sérios problemas, já que essa substância se infiltra no material da correia, sobretudo naquelas fabricadas em borracha.
De modo geral, o óleo provoca um inchaço na borracha, o que afeta suas propriedades físicas e reduz a fricção entre a correia e as polias. Como consequência, o risco de deslizamento será maior, gerando mais desgaste e prejudicando a transmissão de força da correia.
Outro ponto importante é que o óleo retém partículas de sujeira, gerando uma espécie de camada abrasiva entre a correia e as polias. Com o passar do tempo, essa sujeira pode provocar rachaduras e endurecimento na correia, comprometendo seu desempenho e integridade.
Gostou desse conteúdo? Então, confira também o nosso artigo sobre como otimizar a vida útil de correias industriais.
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